PEDRADA NA TIA

6 dezembro, 2010

Se salário baixo explica a má qualidade da educação, então o que explica a má qualidade do judiciário?


MONTEIRO LOBATO, A EDUCAÇÃO E CERTAS INVESTIDAS MAL EXPLICADAS

1 dezembro, 2010


Leo Pires Ferreira. 69 anos. Nascido na cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul. Terminou a nona série, o que hoje seria o fim do ensino fundamental, sabendo falar espanhol, francês, inglês, espanhol e latim. Graduado em Agronomia em Pelotas e doutorado em Viçosa/MG. Especialista em fitopatologia e autor de diversos artigos sobre o tema. Trabalhou na EMBRAPA até aposentar. Um dos maiores especialistas em Monteiro Lobato do Brasil, se não for o maior. Sabe o que sabe como leitor ávido, dono de um português que não se vê mais nem entre bons professores, como pesquisador autônomo, a ponto de conhecer o próprio Sítio do Pica Pau Amarelo, local que a maioria dos produtores de monografias não sabe nem apontar com o dedo no mapa do Brasil. Dá palestras gratuitas sobre o autor desde 1983. Repita-se: de graça. Infelizmente, sofreu gradativamente uma redução na capacidade de locomoção e hoje se desloca a bordo de uma cadeira de rodas. Conseguiu convencer o poder local a instaurar a Semana Monteiro Lobato em Londrina. Escreveu diversos artigos sobre o tema e só na sua última empreitada, que conta com o apoio dos trabalhadores da Cooperativa Integrada, já falou para mais de 1000 professores e distribuiu centenas de “pacotes” com cinco dos muitos livros do homem de Taubaté. Nesta etapa conseguiu receber 2004 redações de alunos do ensino fundamental, das quais 32 foram premiadas. Afirma categoricamente que há mais de 40 anos o país vive um processo deliberado de emburrecimento. Não se mostra surpreso com a tentativa de censurar o escritor de Taubaté, mesmo porque já nem seria a primeira vez, preso que foi por ousar falar o impensável e que hoje virou arroz de festa do governo que o quer calar: petróleo no Brasil. Por essas e outras, muitas e muitas outras, tantas outras que não se poderia contar nem com a ajuda de algum esquema do Visconde de Sabugosa, vale a pena ouvir este homem que passou por vários governos, ditaduras e, principalmente, fases de maior ou menor glória da estupidez humana e não só sobreviveu como vem fazendo a diferença.


Os vídeos foram produzidos amadoristicamente, sem maiores recursos que não um celular e o conteúdo vasto do entrevistado. Sem edições, nem filtros, nem nada. As tremidas eventuais são por conta de variações de energia, já que não há bateria que agüente mais de uma hora de prosa.


Os vídeos duram aproximadamente 10 minutos cada. Abaixo, uma série de fotografias do acervo lobatiano do entrevistado.


A condução da entrevista é mínima e um tanto quanto boba. Para quem tem conteúdo, um singelo “que horas são”? rende uma boa resposta.

Divirtam-se. Principalmente, esclareçam-se.
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O que há na prateleira de Leo Pires:


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Algumas primeiras edições


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Uma das primeiras edições argentinas


NA CORÉIA, MAIS FACULDADES PRIVADAS AJUDARAM NO CRESCIMENTO ECONÔMICO

8 novembro, 2010

o governo Lula deu a boa notícia de que, segundo fontes oficiais, o Brasil já começa a gastar 5% do PIB em educação. Ok, o valor é bom, sem dúvida, um patamar de primeiro mundo. Falta ver a qualidade que a quantidade vem gerando, claro.

Mas não é só de grana que vive a educação. Por exemplo, a Coréia do Sul, cuja renda per capita é superior a U$ 14 mil, vem investindo estes mesmos 5% do PIB já se vão uns 20 anos. Foi além, incentivou a abertura de mais instituições de ensino técnico e superior de tal forma que em 2001, a iniciativa privada já respondia por mais de 80% do investimento em educação superior do país.

Por aqui, os reitores das universidades públicas fizeram campanha aberta para o PT e este se regozijou em campanha do fato de ter criado 14 novas universidades, depois voltou atrás e disse que eram 13. Na realidade, boa parte desse número se deve apenas ao desdobramento de antigos campus integrados a universidades já existentes.

O exemplo da Coréia é mais um entre tantos que quando o Estado traças as diretrizes, faz o papel de fiscal e deixa os particulares cuidarem da criação de oportunidades e atendimento da demanda, a coisa funciona bem, fácil e sem maiores impactos na dívida pública, ou seja, com menos gastos de impostos e, principalmente, sem que outros sejam criados.

Mas a esquerda, do alto da sua sanha apropriatória de termos, transformou a idéia de Estadoi atuante em burocracia gigantesca.


QUEREM CENSURAR MONTEIRO LOBATO

29 outubro, 2010


Querem censurar o Sítio do Pica Pau Amarelo. Querem censurar Monteiro Lobato, o primeiro autor brasileiro a se preocupar em escrever livros para crianças. É coisa do CNE (Conselho Nacional de Educação). Um parecer do órgão sugere que o livro “Caçadas de Pedrinho” não seja distribuído a escolas públicas e que seja proibida sua leitura em escolas privadas, ou que isso seja feito com um alerta, sob a alegação de que é racista. Essa sandice tem uma história curiosa e o pedido partiu de um especialista em candomblé.


Um aluno do mestrado de Educação da UNB fez uma denúncia contra Monteiro Lobato à Secretaria da Promoção da Igualdade Racial, vulgarmente conhecida como Ministério do Racismo. É o Sr. Antonio Gomes da Costa Neto, o qual terminou sua faculdade de letras na mesma UNB no ano de 2006 com o seguinte trabalho de conclusão de curso: “A Linguagem no Candomblé: uma visão sobre a cultura africana nos terreiros de Candomblé do Distrito Federal”. Antes disso ele escreveu um artigo chamado “Candomblés de Brasília: contribuição ao estudos dos rituais afro-brasileiros em Brasília”. Terminado seu trabalho de fim de curso, ele achou que vali a pena continuar e fez um outro, intitulado “A Linguagem no Candomblé: um estudo lingüístico sobre as comunidades religiosas afro-brasileiras”. As publicações foram feitas apenas num site governamental de nome Palmares. Jamais foram impressas por editora alguma.


O Sr Antonio é funcionário público, Técnico em Gestão Educacional da Secretaria de Educação do Distrito Federal. Está afastado do cargo para fazer um mestrado em Educação e Políticas Públicas: Gênero, Raça/Etnia e Juventude, na linha de pesquisa em Educação das Relações Raciais. Faz uns 4 anos que ele não pega no batente. Guardem bem todos esses títulos e cargos, serão importantes mais à frente.


Feita a denúncia, o Ministério do Racismo achou por bem aceita-la e resolveu que era necessário proibir o livro ou meter-lhe um carimbo na capa advertindo que só pode ser lido mediante um complemente “sobre os estudos atuais e críticos que discutam a presença de estereótipos raciais na literatura”. Vejamos alumgas das considerações feitas por quem tomou essa decisão doidivanas:


“a sua denúncia baseia-se em análise da obra tão somente em relação à temática das relações étnico-raciais na escola, que se constitui na sua área de pesquisa no Programa de Pós-Graduação em Educação da UnB” Ou seja, só tem política e ideologia envolvida na denúncia, nada mais.


“A crítica realizada pelo requerente foca de maneira mais específica a personagem feminina e negra Tia Anastácia e as referências aos personagens animais tais como urubu, macaco e feras africanas. Estes fazem menção revestida de estereotipia ao negro e ao universo africano, que se repete em vários trechos do livro analisado. A crítica feita pelo denunciante baseia-se na legislação antirracista brasileira, a partir da promulgação da Constituição de 1988”. Quem leu o livro sabe o quanto de estereótipo há na Tia Anastácia e quão longe da realidade social da época a sua figura era. A “crítica” baseia-se na Constituição de 1988. O livro foi escrito na década de 40 e é julgado com base numa interpretação, para ser bondoso, mui ampla da constituição de 1988. Bem, o denunciante sabe muito de candomblé e, como tal, talvez tenha ajuda de entidades poderosas paraprever o futuro, mas esse não era o caso de Monteiro Lobato.


“conclui-se que as discussões pedagógicas e políticas e as indagações apresentadas pelo requerente ao analisar o livro Caçadas de Pedrinho estão de acordo com o contexto atual do Estado brasileiro, o qual assume a política pública antirracista como uma política de Estado, baseada na Constituição Federal de 1988, que prevê no seu artigo 5º, inciso XLII, que a prática do racismo é crime inafiançável e imprescritível” Bem, primeiro confundem estado com governo, coisa típica da esquerdalha. Segundo, até nesse trecho não houve demonstração de nenhum ato de racismo no livro. Terceiro, a constituição até diz que o crime de racismo é imprescritível, só não diz que seja retroativo, o que nem poderia ser, em razão do disposto no artigo 5º, que pelo jeito o pessoal aí conhece, já que o citou.


“as ponderações feitas pelo Sr. Antônio Gomes da Costa Neto, conquanto cidadão e pesquisador das relações raciais, devem ser consideradas” Anotem mentalmente este trecho, guardem junto com aqueles títulos e cargos lá de cima.


“cabe à Coordenação-Geral de Material Didático do MEC cumprir com os critérios por ela mesma estabelecidos na avaliação dos livros indicados para o PNBE, de que os mesmos primem pela ausência de preconceitos, estereótipos, não selecionando obras clássicas ou contemporâneas com tal teor”. Ninguém provou logicamente que a obra seja racista, mas eles acham que isso é o de menos. Toda a coisa pode ser lida aqui: http://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:BljR-3Hm1yMJ:portal.mec.gov.br/index.php%3Foption%3Dcom_docman%26task%3Ddoc_download%26gid%3D6702%26Itemid%3D+Antonio+Gomes+da+Costa+Neto&hl=pt-BR&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEESjAs1SagdqE1LEM08x_IFZXW877I8VhYR5XnsSWjdgn9ecSYCC0mDmT6VxODQbi1hcaXBdS6i3gqOIiwDbo-ThNciPnjRi-VGFfNIGr5qyqBl_yZ6hcPvJ4HOkuJa3cJ6v5W_Vl&sig=AHIEtbTMlHOyNxjNHZZFSg84fNQIKcYaig


Quem aprovou essa sandice foi a relatora do processo lá no Ministério do Racismo, a Sra. Nilma Lino Gomes, uma verdadeira doutora. Em Ciências Sociais, notem bem. Pós-doutora em Sociologia. Ela escreveu algumas obras acadêmicas, tais como “Corpo e cabelo como ícones de construção da beleza e da identidade negra nos salões étnicos de Belo Horizonte”, com o qual se doutorou. “A trajetória escolar de professoras negras e a sua incidência na construção da identidade racial – um estudo de caso em uma escola municipal de Belo Horizonte”, sua dissertação de mestrado. “Supervisão escolar – esboço de sua trajetória em Minas Gerais – do período imperial aos dias atuais” seu trabalho de conclusão de curso de pedagogia em 1988.


Além de conselheira no Ministério do Racismo, ela também é pesquisadora do CNPQ desde 2007. Participou de alguns projetos como: “Educação,Diversidade Étnico-Racial e Movimento Negro: articulações entre conhecimentos e práticas sociais”. Foi Membro da Comissão de Estudo e Acompanhamento de Medidas de Inclusão Social no Corpo Discente da UFMG (CAIS), Diretora Financeira e Pesquisadora do Centro de Estudos Sociais da América Latina – CESAL, Coordenadora da Coleção Cultura Negra e Identidades – Autêntica Editora – Belo Horizonte, Coordenadora-Geral do Programa de Ensino, Pesquisa e Extensão Ações Afirmativas na UFMG.. Já foi professora de Antropologia e Educação; Escola e Diversidade: interfaces políticas e sociais; Estágio Curricular em Gestão Educacional e Coordenação Pedagógica I e II; Estágio Supervisionado em Supervisão Escolar I e II; Estrutura e Funcionamento do Ensino; Gestão da Escola e Coordenação Pedagógica II; Princípios e Métodos de Supervisão Escolar. Fez pesquisas teóricas sobre “Saberes emancipatórios, movimento negro e diversidade étnico-racial”, “Educação de Jovens e Adultos – Pesquisa e Formação, Práticas Pedagógicas de Trabalho com relações étnico-raciais na escola na perspectiva da Lei 10.639/03”, “Escolas Públicas Abertas à Diversidade Étnico-Racial: do empenho pessoal ao coletivo de educadores(as) – 4a fase, Movimento negro, saberes e educação para a diversidade”, “Educação,Diversidade Étnico-Racial e Movimento Negro: articulações entre conhecimentos e práticas sociais”. Escreveu uma miríade de artigos, todos sobre ações afirmativas e quejandos.


Pois bem. Leiam com cuidado todo o escrito acima. Notaram algo suspeito?


Pois é. Mas antes, vejamos a justificativa do denunciante:
“Os professores, no dia a dia, não têm o preparo teórico para trabalhar com esse tipo de livro. Então, não é que ele deva ser proibido. O que não é recomendado é a sua utilização dentro de escola pública ou privada”
Vejam só o que ele diz: os professores não têm o preparo teórico para trabalhar com este tipo de livro. Este pensamento encerra dois problemas. O primeiro é que…bem, lembram dos trabalhos e pesquisas do denunciante e da relatora do processo? Então. Nenhum deles sabe um nada sobre literatura ou formação de personalidades juvenis, não sabem nada de psicologia ou psiquiatria e não têm a menor idéia de como se faz uma análise literária para dizer se tal ou qual obra tem realmente alguma conotação racista. Um dos trechos com que o denunciante Antonio encasquetou foi o seguinte: “Tia Nastácia, esquecida dos seus numerosos reumatismos, trepou, que nem uma macaca de carvão”. Minha nossa, o que há de preconceito nisto? É como dizer que Fulano correu mais que uma galinha fugindo da panela. Outro trecho que ele achou problemático: “Não é à toa que os macacos se parecem tanto com os homens. Só dizem bobagens” Essa é uma comparação com todos os seres humanos e afeta a boa imagem dos macacos, ora bolas. Ou seja, no final quem está dizendo que os negros são diferentes dos outros homens são eles, porque Monteiro Lobato só disse que macacos e homens são parecidos, o que, convenhamos, deveria ensejar uma reclamação formal por parte dos macacos. Isto basta para mostrar que eles não estão preparados para avaliar uma obra literária e seu impacto na mente juvenil, a respeito da qual jamais fizeram um só trabalho. O que diabos tem a ver candomblé com formação de personalidade?


O segundo problema é que eles dizem que os leitores juvenis não estão preparados para discernir o certo do errado, o que é racismo do que não é racismo, o que é um estereótipo do que é uma descrição fiel à realidade, de modo que poderiam achar que o certo é manter as tias negras como empregadas domésticas pelo resto da vida. Como algum ser humano de inteligência mediana chegaria a uma conclusão absurda dessas é coisa que eles não explicam em lugar algum. O mesmo tipo de argumento foi usado nos anos de chumbo para proibir a publicação de um sem número de obras. É sempre a mesma coisa: o censor acredita que o leitor não tem condições de separar o joio do trigo, então ele taca fogo nos dois para não correr riscos.


A proibição ou o selo na obra ainda não estão colocados em prática. Quem decidirá se isto vai ou não adiante é o Ministério da Educação, mas sabe-se que o atual ministro, Fernando Haddad, bem, ele é da turma dos politicamente corretos, digamos assim. Por exemplo, é favor da liberação da maconha (ainda mais…).


O caso é que não há nada de racista na obra de Monteiro Lobato. O Ministério do Racismo quer é impor aos jovens nas escolas a leitura apenas de obras que façam menção a políticas afirmativas e que sejam politicamente corretas, ou seja, que façam panfletagem em prol da igualdade artificialmente construída e, mais ao fundo, da gastança do dinheiro dos impostos nas tais políticas compensatórias, sem falar nas mirabolâncias como cotas racistas e coisas do tipo. O caso é puramente político, ideológico, não é literário e nem mesmo pedagógico, pois nenhum deles apresentou uma só evidência empírica de que a mente dos jovens é tão maleável quanto eles supõem que seja. Talvez por experiência própria.


Essa história de proibir uma obra por medo do que pode ser que o leitor venha a entender é ou uma tremenda ignorância, já que isto de interpretação é cheio de variáveis e possibilidades, ou é desculpa esfarrapada para impor ou manter uma ideologia.

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LEIA ABAIXO

Sobre o IBOPE ter cobrado R$ 1 milhão de Senador para alterar resultado das pesquisas:

https://domaugostodamateria.wordpress.com/2010/10/29/senadores-acusam-ibope-de-fraude/

Sobre outro erro absurdo do Datafolha:

https://domaugostodamateria.wordpress.com/2010/10/29/datafolha-850-mil-morrem-por-dia-no-brasil/

Sobre o lobista que diz que Dilma o ajudou no caso dos correios:

https://domaugostodamateria.wordpress.com/2010/10/29/lobista-diz-que-dilma-o-ajudou-no-caso-dos-correios/

Sobre declaração dada por Dilma Roussef em 28/10/2010 se colocando contra a prisão de quem pratica o aborto:

https://domaugostodamateria.wordpress.com/2010/10/28/em-28102010-dilma-declarou-publicamente-ser-contra-a-prisao-de-quem-pratica-o-aborto/

Sobre o PNDH-3, entrevista com Ives Gandra:

https://domaugostodamateria.wordpress.com/2010/10/28/o-pndh-3-explicado-por-ives-gandra/

Sobre a orientação espiritual do Papa bento XVI para fiéis não votarem em candidatos que apóiam a eutanásia, aborto e suicídio assistido:

https://domaugostodamateria.wordpress.com/2010/10/28/qual-catolico-deixara-de-votar-em-dilma/

Sobre manchetes que mostram quem realmente ganha com este governo:

https://domaugostodamateria.wordpress.com/2010/10/28/manchetes-do-dia-sobre-o-governo-dos-pobres/

Sobre o presidente da CNT/Sensus fazer campanha descarada para o PT:

https://domaugostodamateria.wordpress.com/2010/10/28/presidente-da-cntsensus-faz-campanha-para-dilma/

Sobre o lucro formidável dos bancos, do gasto de R$ 191 milhões na campanha do PT e este se dizer o governo dos pobres:

https://domaugostodamateria.wordpress.com/2010/10/27/e-possivel-servir-a-dois-senhores/

Sobre o regime pelo qual Dilma Roussef e Franklin Martins orgulhosamente pegaram em armas:

https://domaugostodamateria.wordpress.com/2010/10/27/pelo-que-dilma-roussef-e-franklin-martins-pegaram-em-armas/

Sobre o cancelamento da entrevista com Serra pelo SBT e um negócio de R$ 7 bilhões de Sílvio Santos com o governo federal:

https://domaugostodamateria.wordpress.com/2010/10/26/sbt-cancela-entrevista-com-serra-silvio-tem-7-bilhoes-de-motivos-para-fazer-isto/