NA CORÉIA, MAIS FACULDADES PRIVADAS AJUDARAM NO CRESCIMENTO ECONÔMICO

o governo Lula deu a boa notícia de que, segundo fontes oficiais, o Brasil já começa a gastar 5% do PIB em educação. Ok, o valor é bom, sem dúvida, um patamar de primeiro mundo. Falta ver a qualidade que a quantidade vem gerando, claro.

Mas não é só de grana que vive a educação. Por exemplo, a Coréia do Sul, cuja renda per capita é superior a U$ 14 mil, vem investindo estes mesmos 5% do PIB já se vão uns 20 anos. Foi além, incentivou a abertura de mais instituições de ensino técnico e superior de tal forma que em 2001, a iniciativa privada já respondia por mais de 80% do investimento em educação superior do país.

Por aqui, os reitores das universidades públicas fizeram campanha aberta para o PT e este se regozijou em campanha do fato de ter criado 14 novas universidades, depois voltou atrás e disse que eram 13. Na realidade, boa parte desse número se deve apenas ao desdobramento de antigos campus integrados a universidades já existentes.

O exemplo da Coréia é mais um entre tantos que quando o Estado traças as diretrizes, faz o papel de fiscal e deixa os particulares cuidarem da criação de oportunidades e atendimento da demanda, a coisa funciona bem, fácil e sem maiores impactos na dívida pública, ou seja, com menos gastos de impostos e, principalmente, sem que outros sejam criados.

Mas a esquerda, do alto da sua sanha apropriatória de termos, transformou a idéia de Estadoi atuante em burocracia gigantesca.

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