Se a moda pega por aqui, “elas” vão a-do-rar!

Já dizia, ou disse, nunca entendi muito bem o causo, o velho Millor que esse negócio de homossexualismo antigamente era proibido, daí passou a ser tolerado e então permitido e que o negócio é dar no pé antes que se torne obrigatório. Pois é, muitos ingleses concordam com nosso velhote ranzinza, especialmente agora que a polícia decidiu distribuir nos bares de Bolton, adivinha só, sopradores de bolhas de sabão. Em Manchester já se distribuem pirulitos e em Devon a mulherada que ainda usa salto alto ganha um chinelo de dedos na saída da gandaia para evitar que se machuquem.

 

Um dos chefões disse que a idéia é dar um clima mais leve para a cidade, evitando assim brigas e coisa e tal. Outro disse que os pirulitos são para silenciar o povo barulhento, mantendo suas bocas ocupadas.

 

Se aparecer um gênio para juntar tudo ficará tão fofinho ver alguém saindo dos bares: chupando pirulito, soprando bolhas de sabão, de chinelo de dedos. E bêbado.

 

Porra, antigamente um bar, um pup, era um lugar em que o cara ia ver um jogo de futebol, cuspir no chão, falar claramente dos atributos femininos sem rodeios, coçar o saco, cantar a garçonete, enfim…aí vem a polícia e começa a obrigar ao inverso. Depois que a gente fala que o ativismo gay quer fazer do mundo uma grande festa, nêgo começa a falar em preconceito e o escambau. A merda é que a gente nem pode mandar essa cambada tomar no cu porque eles iriam a-do-rar!

 

E nesse espírito veio um amigo responder: já que é assim, eu acho que tinha é que encher a rua de prostitutas. Puta merda, é isso mesmo, se é para manter o cara com a boca ocupada, que seja numa atividade de macho, caramba. Quem é que vai perder tempo brigando ao invés de se entreter com uma dona expert e experiente? Só mesmo os viados…mas aí, claro, esses ficariam com escassez de matéria prima para sonharem no fim da noite.

 

Nesse rolo todo, a única coisa bacana foi a reação do presidente da Taxpay Alliance. Ele disse que o povo quer ver a polícia combatendo o crime e não distribuindo brinquedos de creche. E foi além: “se esse dinheiro não era necessário [para a polícia ser polícia], deveria ser devolvido para o contribuinte”. Fosse aqui, as pestes acadêmicas, os pilotos de prancheta, diriam que o dinheiro “estaria sendo mais bem usado em prol da população numa grande campanha de conscientização de que brigas não são uma coisa boa”.

 

Sendo assim, diga-nos, sêo Millor: fugir pra onde?

 

P.S.: Vão chupar um pirulito de malagueta antes de me atazanarem com blá-blá-blá sobre liberdade sexual, preconceito e outras pataquadas. O problema não é com quem gosta de dar a bunda, é com quem quer fazer imperar a viadagem. Adaptando Don Corleone: o modo como um homem ganha prazer não é problema meu, se ele paga suas contas e dá o melhor para sua família e não incomoda ninguém, ele tem o meu respeito. Se ainda não entenderam, chupem outro pirulito e durmam com essa: ser politicamente correto é trocar a verdade pelo aplauso da maioria.

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